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Coletivo Muros que Gritam…

 

O Coletivo Muros que Gritam… se formou no final de 2011, após um grupo de amigos se reunir para escrever um projeto para o Proac (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo), o nome do projeto:  Muros que Gritam…

O projeto não foi contemplado pelo edital, mas o nome se manteve com o grupo, e os mesmos tiveram a ideia de assinar este nome nos muros. A proposta inicial era realizar ações visuais com o Graffiti nas regiões de Ermelino Matarazzo, Guaianases e Itaquera; locais estes de moradia dos integrantes do grupo naquela época.

Sendo o Graffiti a nossa manifestação e a área da Educação Formal e Informal, resolvemos trabalhar com Arte e Educação para aproximar o público infantil, juvenil e o adulto ao universo das artes visuais.

Realizamos Workshops em escolas públicas da zona leste e também em outras regiões da cidade de São Paulo, proporcionando um contato maior das pessoas com o que realizamos nas ruas. Outras ações como Oficinas de Stencil, palestras e debates sobre Graffiti, Arte de Rua, Intervenções Urbanas, foram sendo desenvolvidas pelo grupo.

Em 2013 o grupo passou por alternâncias, algumas pessoas saíram e outras adentraram, e foi onde decidimos ampliar a nomenclatura do próprio grupo e começamos a se intitular: Coletivo Muros que Gritam…

Atualmente, o Coletivo Muros que Gritam… participa não somente de ações, de encontros, debates, oficinas, reuniões, eventos de graffiti, mas também procuramos participar de reuniões e de articulações culturais, fóruns de cultura, debates públicos nas esferas municipais e estaduais e principalmente as discussões autônomas.

Desde 2011, alguns integrantes do coletivo fazem parte de articulações coletivas com outros grupos culturais da região. Atualmente, alguns integrantes fazem parte da Rede Cultura ZL de Ermelino Matarazzo, da Ocupação Cultural Ermelino Matarazzo, e também de discussões e ações do mesmo gênero, outros integrantes participam de outros coletivos de graffiti e de discussões sobre feminismo (Coletivo PUNGA) e arte em geral.

O coletivo acredita que, através da arte, da educação e da pluralidade de ideias e pensamentos sobre o que fazemos e realizamos com o Graffiti, estaremos deixando alguns registros de um momento importante para as futuras gerações. O fato de democratizarmos a arte do Graffiti e suas vertentes para o público em geral já é um sinal dessa nossa atuação no cenário urbano.

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